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Home Nossas Seções Direto ao ponto Que a caridade nos resgate
Que a caridade nos resgate PDF Imprimir E-mail

caridadePor Umberto Fabbri

A doutrina espírita nos esclarece que a causa de todas as guerras é a predominância da natureza animal sobre a espiritual, ou seja, da busca em satisfazer as paixões humanas, nascidas do orgulho, do egoísmo e de nossas ilusórias ambições de poder, que alimentam uma falsa crença de superioridade.
Desconhecendo ou tentando ludibriar as leis divinas, alguns de nós buscamos fazer valer nossas tolas verdades, e, para tanto, muitas vezes desrespeitamos a mais valiosa oportunidade de redenção: nosso relacionamento com os nossos semelhantes...
Nas pequenas brigas e desavenças do dia a dia, ou nas grandes guerras, vemos a ausência da compaixão, da compreensão, da tolerância, do amor. Encontramos ainda em nós uma inabilidade em aceitar o outro e enxergá-lo como irmão, em reconhecermos suas necessidades, buscando de alguma forma atendê-las. Com o chamado amor-próprio ferido, nos colocamos em posição de ataque e não medimos as consequências para nossos cruéis desatinos.
Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, mais conhecida como Madre Teresa de Calcutá, disse certa vez: "Hoje em dia, quando quase todas as doenças têm seu remédio, não se encontrou remédio algum para a indiferença pelo próximo. E, no entanto, ele existe. Não se melhorará a situação dos excluídos nem se transformará o mundo com revoluções, violência, guerras, nacionalismos desenfreados, terrorismo e ódio, mas unicamente por meio do amor e da caridade". A indiferença à dor, e sentimentos alheios, é um termômetro de nossa pequenez.
Quando o sofrimento do próximo não desperta em nossos corações a piedade e a compaixão, devemos nos preocupar, pois isto é uma mostra clara de que estamos espiritualmente doentes, e, para este mal, o remédio será bem amargo.
A semeadura é livre, mas a colheita, obrigatória.
Se um grande número de pessoas já se esforça e se preocupa com o semelhante, infelizmente, outro bom tanto ainda nem sequer enxerga além das fronteiras de seus próprios interesses. E é este o cenário que vemos nos países em guerra, ou que exploram, prejudicam, desrespeitando os direitos da população.
O egoísmo de uma pequena parcela da sociedade se locupleta a custa da dor e sofrimento dos mais fracos.
Julgamentos não nos cabem, uma vez que em nosso passado é perfeitamente possível que tenhamos sido nós os antigos infelicitadores. Entretanto o que nos compete é criar a medicação do amor nos laboratórios de nossa alma e, uma vez desenvolvida, que saiamos a distribuí-la imunizando outros corações.
A caridade é antídoto seguro para o desamor; somente ela transformará o mundo, acolherá os refugiados, dividirá com os desabrigados o alimento, a roupa e o afeto. Somente ela confortará e trará esperança para os que, arrependidos, buscam uma nova oportunidade. Em seu seio teremos a justa divisão dos bens da Terra, e da construção dos valores que nos levarão à ascensão espiritual.
Sabiamente nos disse Kardec que fora da caridade não haveria salvação, e esta salvação diz respeito ao nosso mundo íntimo, a nossa consciência, que um dia mais desperta nos perguntará: Como utilizou seu tempo, suas posses, sua inteligência? De que forma aplicou o Evangelho de Jesus em sua vida, beneficiando os irmãos do caminho? E neste dia, caso as respostas sejam insatisfatórias, precisaremos da mesma caridade para conosco, pois, apenas ela permitirá recomeçarmos e modificarmos nossa história, resgatando nossas almas do mundo sombrio do 'eu', ensinando a doce realidade do bem, uma vez que ela é o próprio amor em ação.


Profissional de Marketing, Umberto é orador e escritor brasileiro, morando atualmente na Flórida, EUA. Autor do livro O Traficante, ditado pelo espírito Jair dos Santos (Correio Fraterno).

 

Publicado no jornal Correio Fraterno - Edição 466 novembro/dezembro 2015

 

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