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Herminio C. Miranda

Herminio C. Miranda nasceu em 
5 de janeiro de 1920, em Volta
Redonda, RJ. Em 1937, concluiu o curso ginasial em Barra Mansa, RJ.
Em 1939, para cursar o colegial, ingressou no Colégio Franciscano
Santo Inácio, em Baependi, MG, município vizinho a Caxambu.

Começava ali seu carinho pela estância mineira.
Em 1947 formou-se contador pela Escola Técnica de Volta Redonda,
onde passou a lecionar contabilidade bancária e comercial. Ingressou
na Companhia Siderúrgica Nacional, CSN, em 1942, onde se
aposentou no primeiro escalão, tendo servido no escritório de Nova
Iorque, EUA, de 1950 a 1954.

Casou-se com Inez Chiarelli de Miranda, com quem teve três lhos:
Ana-Maria, Marta e Gilberto.
Publicou contos, crônicas e artigos de teor literário, filosófico e
técnico. Escreveu um romance inédito, a despeito da opinião elogiosa
de Érico Veríssimo, e publicou outro chamado Resposta a Josué, em
1946.

Posteriormente, escreveu sua primeira obra espírita, Os procuradores
de Deus, um estudo de natureza filosófica acerca do problema da
vida e da morte, lançado em março de 1967 pela Edição Calvário.
Autor de mais de 40 livros, dentre eles diversos clássicos obrigatórios
da literatura espírita, como Diálogo com as sombras, Diversidade dos
carismas e Nossos filhos são espíritos.
Dialogando por décadas com espíritos, suas obras relatam vivências,
fatos e casos reais, a exemplo da singular coleção “Histórias que os
espíritos contaram”.
Originário de família católica, aproximou-se do espiritismo por
curiosidade, mas sobretudo pela insatisfação com a falta de
respostas das religiões.

Tendo por guias a razão e a paixão pela pesquisa profunda e
incessante, e auxiliado por uma sólida cultura humanista, tornou-se
experimentado magnetizador e uma das maiores autoridades no
campo da paranormalidade e da regressão
de memória.

Nesse leque de habilidades, Herminio acrescenta a de tradutor, de
autores como Charles Dickens, J. W. Rochester e Luís J. Rodriguez.
Todavia, a rica construção literária de A história triste, de Patience
Worth – cujo enigma investigou –, talvez seja sua mais primorosa
tradução.

Desencarnou em 8 de julho de 2013, aos 93 anos, no Rio de Janeiro,
RJ.

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