
Adriano Henrique de Oliveira Minha mãe, D. Mira, casou-se em 29 de janeiro de 1972, em Caruaru-PE e um mês depois veio a adoecer com depressão profunda e obsessão, permancendo internada por cerca de um mês numa clínica psiquiátrica em Campina Grande, PB. Retornou então a Caruaru-PE, onde novamente foi recolhida, desta vez na famosa Clínica Psiquiátrica de Dr. Veloso. Ao obter alta, minha mãe foi levada ao Centro Espírita Léon Denis, em Caruaru, continuando o tratamento na AME (Associação Municipal Espírita), em meados de 1972. Já curada, recebeu o convite para o trabalho das consultas na AME, pelo então presidente Sr. Luís de Freitas, já falecido. No ano seguinte, eu nasci e, apresentando um grave mal, fiz minha mãe peregrinar entre médicos, que diagnosticaram minha doença como sendo tuberculose. Já desenganado pela medicina da Terra, fui levado pelos meus avós a fazer uma consulta espiritual na AME, onde detectou-se a aproximação de alguns espíritos apresentando o quadro de tuberculose que tinham o desejo de vingança. Após oito dias de tratamento no Centro Espírita, D. Mira procurou o famoso pediatra Dr. Queiroga, que me encaminhou para hospitais de Recife-PE e, ao fazer-se o raio-x do tórax, os exames acusavam normalidade: "transparências normais nos campos pulmonares", ou seja, findo o tratamento no Centro Espírita, os pulmões estavam sem tuberculose. O médico, Dr. Queiroga, ficou estupefato e disse à minha mãe: "Eu só não quero que a senhora desmoralize a Ciência". Isso se deu porque minha mãe perguntara ao médico se ele acreditava no Espiritismo. Daí em diante, passamos a freqüentar reuniões e a estudar. Hoje tenho alguns livros editados e escrevo para vários jornais pelo Brasil. Sendo assim, eu sou um dos tantos que chegaram ao Espiritismo pela porta da dor. Cheguei e continuo firme!! Essa história aconteceu com Adriano Oliveira, de Caruaru-PE. Conte a sua história também. Escreva para
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