
 Ana Izabel Centurion Miranda Ao ler a história do Jornal Correio Fraterno, intitulada "FOI ASSIM..." escrita pelo Sr. Waldemar Legat, achei interessante escrever um fato inédito e singelo que aconteceu em minha vida. Poderia ser escrito em poucas palavras, mas senti a necessidade de fazer uma breve autobiografia para melhor entendimento dos leitores. Frequentei, desde os 7 anos, as atividades do Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes, em Catanduva-SP. Tive como modelo e incentivo minha avó Izabel, que me levava para assistir às palestras e tomar passes, e meus tios Raymundo e Walter Espelho, os quais participavam, na época, da Mocidade Espírita e eu, da Evangelização. Enfim, cresci com essa doutrina e, hoje, depois de 50 anos, junto de meu marido, filhas e neta, participamos, dos estudos de desenvolvimento mediúnico, das palestras e dos passes em outra casa que nos recebe com muito carinho, o Centro Espírita Paulo e Estevão, e em nossa residência fazemos, semanalmente, o Evangelho no Lar. Tatiana (32), uma de nossas filhas, apresenta há cerca de quatro ou cinco anos mediunidade de vidência, desdobramento e, trabalhando, recebe semanalmente belas mensagens do Alto. Sabemos que na casa temos a ajuda da espiritualidade, como de médicos, índios e outros. Dia 4 de janeiro, fui internada em um dos hospitais da cidade, com forte crise de labirintite. Após vários exames, soro, medicamentos, e algumas visitas, dormi na companhia de minha filha. De madrugada, umas 5 horas da manhã, fui acordada com uma voz masculina dizendo:"oi". E eu prontamente respondi: "oi". Abri os olhos procurando ver quem era. Ao redor, nenhum dos enfermeiros que sempre entravam para aferir minha pressão. Prestei atenção no quarto ao lado; também não havia ninguém. Senti, naquele momento, uma alegria imensa e uma paz intensa, por alguns instantes. Só pude agradecer, fazendo uma prece. Sei que muitas pessoas não acreditam como somos ajudados pela espiritualidade. Era essa a história que eu tinha para lhes contar. Cada dia que passa me proponho, através da doutrina, dos estudos e dos livros, a entender cada vez mais o significado da vida e o rumo que cada um de nós tomamos, seguindo o nosso livre-arbítrio. Devemos, então, contar e confiar sempre com a nossa proteção espiritual. Essa história aconteceu com a Ana Izabel, de Catanduva. Conte a sua também. Escreva para
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